Entidades apoiam o 12º Mutirão de Limpeza da Baía de Guaratuba, marcado para dia 08 de junhoa

 

Consciente da responsabilidade ambiental e do compromisso para garantir um planeta saudável para esta e as futuras gerações, o Sinditrigo | PR está colaborando com a promoção do 12º Mutirão de Limpeza da Baía de Guaratuba, no litoral paranaense, que será realizado no próximo dia 8 de junho.

Visando que a ação alcance o melhor resultado, o sindicato conectou suas associadas para que atendessem ao chamado do Instituto Paranaense de Reciclagem – InPAR, que patrocina o Mutirão realizado pelo Instituto Grajaú. O InPAR solicitou apoio dos empresários do setor do trigo e interessados para garantir o sucesso do Mutirão.

Entre as associadas do Sinditrigo | PR que se engajaram na causa está o Moinho Anaconda. Paulo César Albuquerque, diretor da unidade de Curitiba, destaca a importância de ações como o Mutirão de Guaratuba, voltado ao recolhimento de materiais recicláveis. “A Anaconda está envolvida nesse projeto por entender que traz retorno à sociedade”.

O InPAR foi criado há cerca de dois anos com foco em dar destino correto a embalagens pós-consumo. Seus sócios-fundadores foram o Sinditrigo | PR, Sipcep, Sincabima, Sinduscafé, Sindicarne, Sindiavipar e Fiep. Desde a fundação vem cumprindo uma trajetória de ascensão e solidificação no mercado nacional.

O espaço que o InPAR vem ocupando no Estado é ressaltado por Paulo César Albuquerque. “A criação do instituto foi bastante importante em diversos aspectos, como o socioambiental. Temos responsabilidade pelo retorno da embalagem que colocamos no mercado e o instituto veio atuar nesse segmento”, comenta. Antes, a função era desempenhada por um instituto de São Paulo. O diretor enaltece o papel da entidade na comunicação com o mercado e controle para atender a legislação vigente.

Simone Marques, secretária-executiva do InPAR, explica que o instituto atua em todo o território nacional para atender suas associadas e visa a logística reversa de embalagens de todos os setores, sejam elas primárias, secundárias ou terciárias. “Existe uma cadeia de embalagem desde o momento em que o produto é manipulado. Nosso foco abrange plásticos, papel, papelão, enfim, toda a cadeia de embalagem”, observa.

A meta do instituto, informa Simone, é a retirada de 22% das embalagens pós-consumo a curto prazo – até 2020; 25% até 2021 e 28% até 2022.

 

Por Cristina Luchini – Jornalista