As associadas do Sinditrigo-PR estão respondendo ao chamado da Abitrigo e se unindo ao projeto Farinha Solidária que, no  Paraná, tem o apoio do sindicato.

O Farinha Solidária tem o objetivo de auxiliar as entidades assistenciais que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social e ainda mais impactadas pela pandemia da Covid-19. As associadas estão doando farinha e/ou pães de suas padarias experimentais, para ajudar a amenizar o sofrimento e fome dos que estão sendo mais impactados neste momento.

O Moinho Anaconda está direcionando suas doações para famílias carentes da cidade de Matinhos – litoral paranaense. Cerca de 400 quilos de farinha já foram doados ao Provopar, que irá produzir pães para distribuir a famílias cadastradas.

Paulo Cesar de Albuquerque, diretor da unidade da Anaconda de Curitiba, considera a iniciativa da Abitrigo de lançar o projeto Farinha Solidária muito importante neste momento. “Passamos por um período muito complicado. As empesas têm uma responsabilidade social de ajudar. Estamos vivendo um momento ímpar e todos têm a obrigação de estender a mão para ajudar o próximo”, comenta. Albuquerque menciona que a Anaconda, independentemente do projeto Farinha Solidária, tem uma gama grande de entidades que assiste mensalmente, dentro de uma ação social do moinho.

O Moinho Arapongas, presidido por Daniel Kümmel, também presidente do Sinditrigo-PR, é mais uma das associadas a ampliarem seu rol de entidades que recebem contribuição mensal, direcionando a doação de farinha para o projeto social da Paróquia Sagrado Coração, da cidade de Arapongas, que atende cerca de 200 famílias carentes.

“Para nós, é muito importante participar deste projeto da Abitrigo”, diz Kümmel. “Nós ajudamos muitas entidades que precisam de suporte para ajudar o próximo a passar seu dia-a-dia com mais qualidade de vida. Estamos muito engajados em ajudar essas famílias, especialmente, num momento tão complexo da humanidade”, comenta.

O Moinho Globo é outra associada que aceitou o desafio e se uniu ao projeto, doando cestas básicas contendo farinha de trigo, misturas para bolo e açúcar para a Associação Mãos Estendidas e  Apae-Londrina, somando cerca de 240 cestas; e ainda 250 quilos de farinha para a Santa Casa de Londrina.

Mariana Venturelli, coordenadora de Marketing do moinho, observa que as entidades escolhidas para receberem as doações estão funcionando normalmente durante a pandemia e precisam muito de ajuda, pois estão fornecendo alimentos para alunos e pacientes.

No Moinho Nordeste, a doação de 750 quilos de farinha também foi direcionada ao projeto Pão Solidária do Provopar-PR, que distribui pães a famílias carentes.

“Nós sempre ajudamos entidades, mas esse projeto Farinha Solidária veio num momento em que é fundamental apoiarmos ainda mais os que estão precisando. A farinha é um produto simples, mas com o qual é possível fazer muita coisa e, com certeza, vai fazer a diferença na mesa de muitos brasileiros”, comenta Jayne Tondello, líder de marketing do Moinho Nordeste.

O projeto Farinha Solidária também inspirou o Instituto Martinelli, parceira do Sinditrigo-PR e que tem como missão contribuir para a justiça social e a cidadania. Leilane Silva, membro da comissão do Instituto Martinelli Solidariedade em Curitiba, explica que  eles trabalhavam numa campanha independente de arrecadação de alimentos e estavam em busca de parceiros entre os clientes do Escritório Martinelli.  Ao tomarem conhecimento do projeto Farinha Solidária, a equipe do instituto se disponibilizou a ajudar com os custos da logística da campanha sempre que possível, e ainda a selecionar projetos destinatários que estejam de acordo com o propósito do Sinditrigo-PR e suas associadas.

O projeto está aberto à participação de todas as associadas do Sinditrigo-PR, ressalta o presidente Daniel Kümmel.